domingo, 26 de julho de 2015

A ILHA a revelação

     Estavam os três ali dentro, não podiam sair, mas também tinham absoluta certeza de que os seres sabiam que eles estavam ali, tinham que decidir rapidamente o que fariam. 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A ILHA parte 2

     Sem ter notícia deles, e sem coragem de voltar para dentro da mata, as garotas ficaram esperando na praia enquanto não viam ou ouviam nada, e assim ficou por várias horas. Elas percebiam que o tempo passava mas o dia não dava sinais de clarear, Maria olhou no relógio que Eric deixou ali e viu que já eram seis e meia da manhã mais ainda estava muito escuro, como se fosse de madrugada, como se o tempo não estivesse passando.

A ILHA parte 1

     Eric acordou com o sol batendo forte em seu rosto, ficou cego por uns 7 segundos, então se assustou. Olhou para os lados e se via em uma praia de uma ilha, não sabia como fora parar ali, sua última lembrança havia sido estar em sua cama, envolto nas cobertas. Como poderia desaparecer se estava dormindo junto com sua esposa? Não poderia simplesmente ser arrastado de lá sem que ninguém visse! Com medo, e sem entender absolutamente nada, pensou estar vivendo um sonho, mas essa ideia se foi logo, ele sabia que não era sonho, era tudo real.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

New Bedford, A Cidade Macabra – Parte 3

Jonas se esforçou para falar, mas não pode, pois sua boca estava adormecida e não podia mover a língua. Notando o esforço do rapaz Jack sorriu sinicamente para ele.

“Não se preocupe, estou tomando conta de você. Dorme tranqüilo.” – disse o policial injetando um liquido com uma seringa no soro de Jonas.

Passados mais alguns dias Jonas acordou novamente no quarto do hospital. Olhou em volta e não viu ninguém, estava só. Sentou-se na cama e sentiu que a dor que sentira quando acordara da primeira vez havia melhorado e somente lhe restava um pequeno mal estar e dormência nos nas pernas.

sábado, 18 de julho de 2015

A Maldição das Borboletas

     Na cidade de Nova Orlândia, no estado de Goiás, uma garota, Rebeca acabava de chegar à sua nova casa. Ela e sua família, haviam se mudado de São Paulo após a morte de seu irmão de seis anos, Robert, que foi atropelado na cidade grande. Era uma grande perda e após um mês eles procuravam restabelecer a vida da família.  

sexta-feira, 17 de julho de 2015

New Bedford, A Cidade Macabra – Parte 2


Jonas jogou o controle da televisão no chão enquanto escutava a reportagem sobre o desaparecimento de sua irmã, Cintia Rice na cidade de New Bedford. Ele se irritava a cada vez que via o sensacionalismo que faziam em torno do desaparecimento da irmã. Decidiu então ir até lá investigar por si próprio, pois ele não via esforço suficiente da policia em resolver tal assunto.

Arrumou a mala e partiu durante a noite, não queria esperar mais nada. Olhou no bolso da jaqueta e conferiu, as chaves da casa da irmã estavam com ele. Ele estava decidido a ir encontrá-la, ela era a única pessoa da família que ele tinha e agora estava desaparecida.

Jonas morava em Nova York que estava a mais ou menos trezentos e setenta quilômetros de New Bedford então a viagem seria curta. Entrou no carro e partiu. Depois de viajar algum tempo ele avistou um homem velho e sujo com uma bicicleta na beira da estrada pedindo carona, os dois se olharam mas Jonas não parou, seguiu sua viagem e minutos depois nem se lembrava do homem que mais se parecia um mendigo, até que viu o mesmo homem na beira da estrada, só que não estava pedindo carona, estava andando e empurrando a bicicleta. Quando Jonas passou por ele os dois se encararam novamente e o mendigo sorriu. Jonas seguiu viagem mas agora estava assustado, não entendia como o homem apareceu à sua frente estando a pé.
Ele ficou com isso na cabeça e foi pensando em uma explicação razoável para o que viu. Quando olhou para o acostamento viu outro homem lá, porém esse estava bem vestido e estava deitado no asfalto com sangue ao seu redor. Jonas freou, desceu do carro e correu até ele.

“Você pode me escutar?” – perguntou Jonas tocando a testa do ferido.

O homem não respondeu, abriu os olhos, agarrou com força o pescoço de Jonas e começou a estrangulá-lo. Os dois se debateram até que o suposto ferido ficou por cima e o enforcava com fúria. Jonas sentia seu corpo em chamas por dentro.

“Você não deveria ter vindo se meter aqui, agora você vai morrer e seu espírito vai ser nosso.” – disse o homem com uma voz grossa e cheia de ódio.

“Deus me ajude, por favor, eu não quero morrer assim.” – disse Jonas já enxergando tudo embaçado e sentindo que iria desfalecer.

Até que ele escutou um urro de dor, sentiu as mãos soltarem seu pescoço e seu corpo retomou um pouco de força. Olhou para frente mas não viu o homem que vira à segundos atrás mas sim um demônio de pele marrom e asas podres, a criatura gritava e rolava no chão até que correu do local. Jonas viu outro homem que falava palavras que ele não podia entender, mas sabia que seja o que fosse tinha assustado o demônio dali. Quando seu corpo se recuperou viu que à sua frente estava o mendigo que pedia carona.

“Quem é você? Obrigado por me ajudar.” – perguntou Jonas, tentando se levantar.

“Um amigo. De agora em diante tenha mais cuidado, você esta entrando em território perigoso. Tenha força e fé, você vai precisar se quiser encontrar sua irmã.” – disse o homem já empurrando sua bicicleta e desaparecendo na escuridão da madrugada.

Os pensamentos passavam por sua cabeça mais rápido do que podia suportar. O que teria acontecido com sua irmã? Quem eram esses espíritos que invadiram sua vida em questão de horas? Os acontecimentos das últimas horas eram novos e o medo do desconhecido fazia seu coração disparar e seu corpo tremer. Sem pensar muito entrou no carro e seguiu a viagem, apesar de assustado não desistiu de ir encontrar Cintia, pois sentiu que ela precisava dele e ele nunca iria abandonar a irmã.

A viagem parecia mais longa do que previa, estava cansado, com sono e confuso. Estava passando por uma cidade que ficava no caminho de New Bedford quando avistou um cemitério. Sentiu uma agulhada no estomago de medo e acelerou para sair daquela rua o mais rápido possível. Quando estava passando pela portão do cemitério, não resistiu e olhou para dentro. A imagem o chocou, viu Cintia no lado de dentro. Jonas parou o carro e correu até lá quando se a aproximava Cintia correu para dentro e ele a seguiu. Ele mal podia enxergar na escuridão mas continuou seguindo a irmã, que parou de correr de correr de repente e virou-se para ele.

“Você é tão inocente. Agora vai ser meu” – disse ela gritando e rindo com uma voz tenebrosa.

Jonas gritou de pavor quando viu o que supostamente era sua irmã se transformar em uma mulher pálida, de pele podre, flutuando sobre o solo e começou a mover-se rápido em sua direção. Ele virou-se para sair do cemitério mas se deparou com a escuridão, não podia ver onde estava e nem a saída. Escolheu uma direção e correu, pois a fantasma estava por alcançá-lo. Os gemidos e gritos da mulher o faziam tremer de medo, estava desesperado, pois não achava a saída. Até que avistou uma luz vinda de um lado e correu em sua direção, quando se aproximou um pouco mais viu que a luz vinha dos faróis de seu carro. Ele sentiu um alivio pois sabia que um pouco mais iria sair dali, olhou para trás e a assombração ainda o perseguia.

Instantes depois ele estava dentro de seu carro, pisou no acelerador e saiu dali. Olhou para trás e viu que ainda estava sendo perseguido, fixou o olhar na assombração e viu que ela parou e acenou com um sorriso sínico. Jonas não entendeu a principio, mas quando olhou para frente viu que os faróis de um caminhão estavam à sua frente e se preparou para o choque.

Dias depois Jonas acordou no hospital, mal podia abrir os olhos de tanta dor que sentia no corpo. Viu um homem a sua frente, ele percebeu que era policial pela roupa que vestia. O policia viu que Jonas abria os olhos e se aproximou.

“Jonas, meu nome é Jack, eu sou o delegado de New Bedford”. – Disse o policial sorrindo para Jonas.

Continua...

Fonte:historiasdeterrorlendasecontos

quinta-feira, 16 de julho de 2015

New Bedford, A Cidade Macabra – Parte 1

Quando nos mudamos para uma cidade nova nunca sabemos o que vamos encontrar. Como as pessoas nos receberam? Que tipos de hábitos têm as pessoas que vivem ali? Quem morava na casa onde me mudei? Por que se mudaram? Eu sempre me fiz essas perguntas quando me mudava de uma casa a outra e nos primeiros meses ainda tinha medo de descobrir alguma coisa obscura sobre o lugar onde vivia. Em muitos casos seria melhor não saber...